Sinopse :


Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. 
Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado, para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. 
Como o destino da Terra está na balança, Raven, com a ajuda do Professor Xavier deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

Impressões :

Poderá conter Spoillers.

Quem me conhece sabe que sou fã de X - Men, no entanto, tentei não elevar minhas expectativas para o filme. E eu simplesmente amei, achei o melhor filme da franquia.
Neste filme, temos o começo de tudo, ou quase isso. O filme se passa nos anos 80,especificamente em 1983, o figurino, as músicas e tudo da época está sensacional. Apenas um pequeno erro pode ser citado...vou falar dele mais para frente.

En Sabah Nur (Apocalipse) é o primeiro mutante da história, se define como um Deus para manter o controle do certo e do errado no mundo. Durante uma de suas mudanças de corpo, algo dá errado e ele permanece dormindo por cerca de 30 mil anos, até que seguidores de sua filosofia resolvem tentar acordá-lo e acaba dando certo.

Para que seu propósito dê certo, ele alista quatro mutantes : Magneto, Psylocke, Tempestade e Anjo. Denominados de certa forma como os 4 cavaleiros do Apocalipse.

Xavier por sua vez, que desistiu de ter os Xmen, pede ajuda aos seus alunos para derrotar Apocalipse : Mística, Jen, Ciclope, Fera, Noturno e Mercúrio (filho de Magneto). Juntos começa toda a batalha mental e física.

Wolverine que diziam ficar de fora da franquia, dá o ar de sua graça. 

O único "erro"do filme é quando Apocalipse usa "A mente" do professor Xavier, ele vê a escultura de Tian Tan Buddha que foi construída em 1993. Na verdade, eu achei estranho quando vi e fui pesquisar a respeito e encontrei a informação. No entanto, não se perde em nada o brilho ou enredo do filme.

O maior destaque do filme está para Mercúrio, que além de ter papel fundamental é bem engraçado.

Trata-se ainda do filme mais bem humorado da franquia e com ar menos sombrio.

Quanto as cenas pós crédito, li muito a respeito. Existe apenas uma.

Você já assistiu ? Me conta o que achou.







O Tempo entre Nós
Autora - Tamara Ireland Stone
Editora - Rocco

Sinopse :

Anna e Bennet nunca deveriam ter se conhecido. Ela vive em Illinois em 1995 e Bennet em São Francisco em 2012. Mas Bennet tem a incrível habilidade de viajar no tempo e espaço. Com isto e uma pequena ajuda do destino é capaz de entrar na vida de Anna e mostrar um novo futuro para uma jovem apaixonada. Com uma trama romântica embalada a muito rock n’roll e viagem no tempo, o livro já foi traduzido para mais de 10 idiomas.

Impressões :

Ando um pouco sumida aqui do blog, como vocês devem saber, estou grávida. E o começo é bem complicado, tenho passado bem mal e me adaptando a nova rotina e ritmo do meu corpo, mas logo, tudo volta ao normal.

Este livro acabei comprando em uma oferta da Amazon para o Kindle e ficou lá um bom tempo, esta semana, durante a noite resolvi começar a ler e para minha surpresa, eu fiquei encantada e não conseguia parar a leitura. 

O livro começa de um jeito confuso, uma mulher entregando uma carta a um jovem, mas essa cena é explicada apenas lá no final.

Bennet viaja no tempo, no entanto ele vive em 2012. Sempre ia com sua irmã a shows e festivais de rock, voltando no tempo, só que em uma destas viagens eles acabam se perdendo e em sua busca ele vai para Illinois em 1995. Nessa viagem, ele acaba conhecendo Anna.

Ele tenta evitar de todas as formas e Anna sem se dar conta, nota que está apaixonada, eles acabam se envolvendo mais do que podem ou deveriam. Bennet inicialmente sabe que pode ficar apenas uma quantidade certa de dias, mas resolve tentar ficar mais tempo, para poder acompanhar Anna ao baile.

Anna começa a querer que Bennet mude o curso das coisas que estão acontecendo, ele sabe que o preço a se pagar é alto demais, mas faz mesmo assim. Mudando o tempo até para que não aconteça um acidente.

Bennet é convencido por Anna a voltarem juntos para São Francisco, Anna o convence que é apenas por cinco minutos, mas o improvável acontece, Anna é jogada de novo para 1995, sozinha. Começa aí uma nova busca para poder mudar tudo e fazer com que Bennet volte.

Será que eles vão conseguir ? Separados pelo tempo, sem qualquer tipo de contato, como eles irão fazer ?





Mamonas - O Musical

Teatro Fecomercio
Sala - Raul Cortez
Rua Doutor Plínio Barreto, 285
Bela Vista - São Paulo.

Horários:
Quinta e Sábado - 21 horas
Sexta - 21:30 horas
Domingo - 19:00 horas
Duração - 3 horas.

Impressões :

Não tenho muitas fotos e nem em HQ, porque como não é permitido fotografar eu não levei minha câmera e a do celular, bom, deixa para lá.



Fui convidada pela Andréia Bueno, amiga de longa data e apenas virtual, até então. Obrigada amiga. Só que nossa amizade já dura cerca de vinte anos (podemos pular esta parte ?). Nos conhecemos inclusive, por conta dos Mamonas.

A peça é bem animada, é realmente um Musical, que toca Legião, Engenheiros, mas diferente do que estamos acostumados, eu pelo menos como leiga que sou, conhecia apenas super produções (ou quase isso), a ver por aqui. É irreverente, colorido, animado, com a cara e o bom humor dos Mamonas.

Os atores em sua maioria fazem mais de um papel e todos interpretam muito bem. Um destaque ABSURDO para Ruy Brissac, que com toda a sua semelhança física com o Dinho, ainda canta, dança e imita diversos artistas como o Dinho fazia. Realmente ele é um show a parte e me surpreendeu muito. Só de vê-lo em cena, já valeu toda a peça.

O cenário é bem simples e funcional.Os atores interagem bastante com a platéia, inclusive eu fui uma das que deu um grito e virou brincadeira. O figurino está impecável, bem fiel aos que os meninos usavam.

A peça conta a história desde o tempo da Olivetti, quando o Sérgio conheceu o irmão do Bento e como a banda começou. Tudo com detalhes perfitos e com um ótimo timing. Para quem conhece a história da banda consegue ver cada momento ali retratado. Revivemos o show da assinatura do contrato no Lua Nua, a entrevista no Jô, a guerra entre Faustão e Gugu, a ida deles a Los Angeles para mixar o disco e muito mais...

O Yudi (sim aquele do Playstation) faz o Bento e por si só, já é algo muito engraçado. Primeiro porque ele é baixinho e por diversas vezes contracena com atores mais altos o que torna a cena engraçada. Além disso, ele é o escolhido para a maioria das brincadeiras Mamonicas, como passadas de Mão na bunda e etc...Além disso, é inevitável que em algum momento, alguém da platéia grite sobre o Playstation e todo teatro caia na gargalhada, inclusive o Yudi. Quero deixar registrado que o que ele tem de pequeno na altura, tem de grande no talento. Me surpreendeu realmente, talvez pela imagem do garoto SBT que eu tinha dele. Mas, ele dança muito bem, canta bem também e ainda interpreta direitinho (ora, quem sou eu né ?! Mas siiiim minha gente, ele faz tudo isso).

O ator Patrick Amstalden que interpreta Rick Bonadio, também está muito bem no papel. Porque o Rick, ah é o Rick né ?! É o Midas da Música e quem sabe,sabe. Não vou entrar em detalhes, porque fugiria totalmente ao assunto.

São 4 garotas no elenco, que também cantam e dançam. Mesmo com participação de certa forma em segundo plano, elas se destacam em vários momentos, com paródias e danças engraçadas, bem típica das baladinhas dos anos 90.

No site dizia que a peça teria 120 minutos, mas é um equívoco. Pois, temos 15 minutos de intervalo,e com isso, a peça dura aproximadamente 180 minutos.

Eu achei que a peça talvez fosse ser triste ou até cansativa. Mas, novamente me enganei. Saí de lá com gosto de quero mais. Nem parecia que haviam se passado 3 horas. Foi leve, divertido e animado. Havia muito tempo em que eu não me sentia tão feliz em reviver tudo isso, sempre era algo triste, dolorido e desta vez, foi como tê-los ali de novo, como estar em um show. (Siiiim, eu era muito fã dos Mamonas, muito mesmo. Ia em shows, tinha pastas e mais pastas e enfim...) Eu cantei, bati palma, dei risada, me senti como não me sentia tem anos.

E caso eu venha a ter uma nova oportunidade, não pensarei duas vezes, estarei lá novamente.

Para quem gostava da banda, ou quer saber um pouco mais de como tudo começou, recomendo muito a peça. Vale a pena de verdade.

Valores :

R$ 120 inteira
R$ 60 meia entrada.

Lembrando que o musical fica em SP até o final de Maio.